segunda-feira, 31 de maio de 2010

Tapirus terrestris


Trabalhando com pincel úmido,
vou aos poucos unindo as cores.
Acrescento mais cor nas sombras e
passo o pincel para dar união as cores.
Vamos aos poucos...

Tapirus terrestris

Segunda camada de cor.
Um pouco mais de branco na mistura.
Agora vou começar a dar forma ao corpo.

Tapirus terrestris

Iniciei a base da Anta.
Fiz uma primeira camada de cor com cinza, sépia e branco.
Paciência para criar o volume do corpo.

Poço D´anta

Saída a campo ontem com o amigo Sandro "Prados".
a passarinhada está quieta, preguiçosa... ouvimos alguma coisa por volta das 6 horas.
Depois o silenciou reinou na mata.
Gosto de tudo nessa época do ano, outono/inverno.
Menos desse detalhe...
A propósito, vale conhecer o trabalho desse amigo e grande artista, que aos poucos vem se tornando mais um maluco viciado em matas e bichos.
Coitada da esposa!!!!
www.sandrocarvalhocampos.blogspot.com

sábado, 29 de maio de 2010

Tapirus terrestris fundo

Comecei o trabalho da água...
pense nas sombras projetadas pelas árvores, no movimento natural da água e nos reflexos da luz.
Vamos devagar... procuro não trabalhar demais o fundo para não "brigar" com o astro da cena: aqui nossa ANTA!!

Tapirus terrestris


Continuando o fundo da prancha,
comecei a pintar as "manchas" onde criarei a floresta ao fundo e o capim na beira d´agua onde a anta está passeando...
vou agora começar a mexer na água...

Tapirus terrestris fundo

Para o fundo da prancha fiz uma base com
air brush.
Agora vou trabalhar uma vegetação e indicar a proximidade de água.
Ambiente preferido pelo Tapir...

Tapirus terrestris


Iniciando uma prancha da Anta.
Estude bem até chegar as proporções, pois as patas
são curtas, tronco roliço...
é um bicho com proporções bem particulares.
Esse é o esboço inicial.
Ainda farei algumas correções e vou esboçar o ambiente dela.

terça-feira, 25 de maio de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Accipiter superciliosus




Aqui a prancha finalizada em cerca de duas horas de trabalho.
Espero que gostem.
Inté!!!!

Accipiter superciliosus



Usando a mesma cor do dorso e com calma, muita calma, trabalhei as marcações do ventre.
Cuidado para não trabalhar essas barras de forma reta.
Procure seguir o formato arredondado do corpo da ave e as direções que as penas tomam, como nos calções.
Depois usando branco fiz algumas linhas por sobre todo o trabalho o que confere as falhas e a naturalidade do trabalho.

Accipiter superciliosus





Comecei a trabalhar os detalhes:
Pés, bico e olhos, etc.
E é claro luz e sombra ....
para dar volume a ave

Accipiter superciliosus base


Aqui criei uma base das cores da ave.
Agora vamos trabalhar os detalhes.
As ilustrações para guias de campo
são geralmente em pequenos formatos,
pois serão ainda mais reduzidas.
Esse original tem cerca de 15 cm.
Nesse tipo de trabalho não é necessário um detalhamento muito grande.
O mais importante é passar um bom "shape"
e a colocação certa das cores e detalhes que ajudem a identificar a espécie.

Accipiter superciliosus



Pequeno intervalo na "macacada".
Estou preparando as postagens da prancha do
close de Ateles.
Enquanto isso aproveito para mostrar o passo a passo
da ilustração de um Accipiter superciliosus.
Essa ilustração fará parte de um guia que estou ilustrando.
O primeiro passo é o esboço.

sábado, 22 de maio de 2010

Ateles marginatus







Ao ilustrar macacos, cuidado para não "humanizar" o olhar
de nossos parentes...

Face Ateles marginatus


Vou iniciar a ilustração de um close de
Ateles marginatus.
Criei rapidamente esse esboço a lápis para acertar
as proporções.
A partir dele vou trabalhar o original a cores.
Não se preocupe em criar aqui uma obra de arte.
Use para riscar e rabiscar para colocar tudo no devido lugar.
Se precisar vire o desenho em frente a um espelho que ajuda a achar erros.
Gosto muito de criar desenhos em preto e branco.
Mas aqui não me atenho a detalhes.
Preciso apenas de um desenho para me basear para a pintura.

quarta-feira, 19 de maio de 2010


Chegamos ao final da prancha.
Agora é uma questão de um retoque aqui outro acolá...
mas eu gosto de deixar, quando possível, a prancha
parada por uns dias para descansar o olho e achar algum ponto que precise de atenção.
Espero que tenha sido útil mais essa lição.
Aguardem mais outras!!!
INTÉ!

Chiropotes passo 8


Criei mais uma camada de pêlos, agora com mais branco e ultramar na mistura, para dar brilho a pelagem.
Passei novamente o pincél úmido para suavizar...

Chiropotes passo 7


Escureci as áreas de sombra e passei um pincél úmido
para suavizar as pinceladas dessa primeira camada de pêlos.
Nessa prancha estou trabalhando com os pincéis da série
482 da Tigre (Êh!! Propaganda!!!) de números 10 e 02.

Chiropotes passo 6


Continuando a ilustração,

comecei o detalhamento do pêlo.

Usando cinza, ultramar, preto e branco

criei uma primeira camada de pêlos.

Não se preocupe com pequenos detalhes.

Você pode corrigir e acerta-los aos poucos.

Agora vou procurar o volume...

estamos quase lá!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Chiropotes passo 5


Comecei a detalhar o pêlo do Caxiú.
Procuro fazer a indicação das sombras e luzes em uma base de fundo e venho trabalhando uma pelagem intermediária sobre essa base.
Depois trabalho uma outra pelagem mais clara nas áreas de luz.
Essa é uma etapa de muita paciência e atenção para não errar a direção de crescimento dos pêlos.
Já iniciei também o trabalho na cara, começando a realçar os olhos.
Vamos em frente!!!

Chiropotes passo 4


Comecei a trabalhar o Caxiú.
Criei toda a base do corpo.
Na região da cara fiz uma base branca antes do preto para poder esfumaçar as áreas de pele nua.
Bem como fiz uma base branca sob o rosa do nariz e boca.
Estamos quase lá...
e eu com frebre e uma tosse que não para!!!!!!!!!!

Chiropotes passo 3



Finalizei o tronco e aproveitei o embalo e pintei de forma leve as folhas atrás, de segundo plano.
Trabalhei as folhas com verde musgo, verde claro
e branco.
Procure indicar as luzes e sombras para as folhas não ficarem chapadas.
As nervuras pintei depois com branco e um toque de amarelo.
Se quiser você pode deixar as áreas de nervura em branco pintando em volta ou usando máscara líquida para aquarela.
Depois posto um exemplo de utilização da máscara.

Chiropotes passo 2


Continuando a prancha, já apliquei várias demãos de branco e branco com cinza e musgo por sobre a base do tronco para dar o efeito aqui apresentado.
Agora vou trabalhar o realce das luzes e sombras e as rachaduras e outros detalhes que trarão o tronco para o foco correto.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ronnie James DIO

Aproveito a oportunidade para divulgar aqui minha tristeza pelo falecimento do DIO.
Aos 67 anos ele faleceu ontem, 16 de maio, dia de festa para mim pelo aniversário de minha terra natal, São João Nepomuceno.
Agora essa data também será por mim lembrada por essa triste coincidência.
DIO Já passou por diversos grandes projetos e bandas, inclusive o Black Sabbath.
Ele lutava contra um câncer de estômago mas ontem o câncer silenciou essa voz tão privilegiada.
Lamento muito mas todos tem sua hora.

Chiropotes passo 1


Iniciei o trabalho da prancha pelos galhos.
Assim fica mais fácil pensar no jogo de luz
e sombras nas folhas.
Para a base do tronco usei cinza, verde musgo, sépia e
um toque de branco.
Procuro já indicar as sombras no tronco.
Pense sempre em dar volume as pinturas!!

Chiropotes Albinasus esboço






Retomando a ilustração da spp. correta de Chiropotes.
Agora espero que tudo corra bem.
Então mãos a massa!!!
Aí temos o esboço pronto.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Triclaria Malachitacea final




Aqui a prancha finalizada.
Dúvidas é só me escrever.
Abraço e inté!!!

Triclaria Malachitacea 3




Continuando a trabalhar o brilho e sombra.
Procurando sempre "arredondar" a ave.
Devagar e sempre!!!

Triclaria Malachitacea 2





Aqui já fiz uma base verde na ave.
Usei os verdes da Talens de números
600 e 601, mais amarelo 200 e branco.
Para o detalhe do peito fiz a base com azuis
501, 506 e violeta 536.
Agora vamos pensar em trabalhar o
volume com luz e sombra.

Triclaria Malachitacea 1




Hoje um passo a passo da criação da prancha de
um macho de Sabiá-cica.
Um dos meus psitacídeos favoritos,
seja pela voz ou pelas cores.
O nome indica a beleza de sua voz:
Sabiá-cica significa o Rei dos Sabiás.
Após o desenho esboçado e passado para o
papel de algodão, faço uma base de cinza
por todo o corpo da ave.
Essa base ressaltará o verde e o azul da ave,
não permitindo que as cores fiquem desbotadas.
Eu uso o cinza da Talens de número 724.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Canário Gloster passo 4




Aqui a prancha finalizada.
Amarelo é uma cor que devemos
trabalhar com atenção para não ficar
manchada. Ainda mais se tratando de
canários que possuem uma penugem fofa e farta.
Inté!!!

Canário Gloster passo 3



Comecei a trabalhar o ventre e já
finalizei o bico, pata e o tronco.
Vou iniciar o trabalho no dorso e asa.

Canário Gloster passo 2




Aqui a base da ilustração.
Antes de passar o amarelo no ventre,
passei branco puro sobre o papel para depois poder
"esfumaçar" a cor.

Canário Gloster passo 1




Hoje vou postar o passo a passo da criação de uma
ilustração do canário de porte da raça Gloster.
Aqui o esboço da prancha.
Eu crio o esboço em um papel a parte e assim que finalizo o esboço eu passo o mesmo para o papel onde vou criar a ilustração.
assim evito linhas desnecessárias na ilustração finalizada.
Pode-se passar o desenho usando uma mesa de luz ou mesmo uma janela.
Coloque um papel sobre o outro e você vai passar a ilustração sem problemas.

quarta-feira, 5 de maio de 2010